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QUADRO DE VAN GOGH ROUBADO DO MUSEU SINGER LAREN

QUADRO DE VAN GOGH ROUBADO DO MUSEU SINGER LAREN

A obra O jardim paroquial de Neuen na Primavera, com um valor estimado entre um a seis milhões de euros, foi levada de uma sala do Singer Laren, museu localizado nos arredores de Amsterdão. O estabelecimento encontra-se encerrado desde há quatro semanas, devido à pandemia de COVID-19.

Em plena crise do coronavírus, que levou ao encerramento de estabelecimentos culturais em todo o mundo, um grupo de ladrões entrou durante a madrugada no museu e furtou a pintura de Vincent Van Gogh.

Durante a madrugada, a obra O jardim paroquial de Neuen na Primavera (The Parsonage Garden em Nuenen in Spring) desapareceu da sala onde estava pendurada.

Realizada em 1884, não pertencia a este museu, tendo sido emprestada pelo Museu Groninger. A obra com um valor estimado entre um a seis milhões de euros, reportagem da mídia local.

Em óleo sobre tela, num formato de 25 x 75 centímetros, encontra-se representada uma personagem num jardim, rodeada de árvores. Ao fundo ergue-se a torre de uma igreja. Na época em que foi pintada, o artista tinha-se mudado de volta com a sua família para uma área rural da Holanda, e dedicava-se a pintar cenas da vida local, incluindo a famosa obra Os comedores de batatas, em tons principalmente sombrios. Los comedores de patatas, en tonos mayormente sombríos.

Posteriormente, ao mudar-se para o sul de França, o artista desenvolveu um estilo muito mais vibrante e colorido, enquanto o seu estado de saúde piorava, morrendo finalmente em 1890.

“Estou abalado e incrivelmente zangado. É um duro golpe para o Museu Groninger, assim como para o Singer”, referiu o diretor do museu, Jan Rudolph de Lorm, durante uma conferência de imprensa. Jan Rudolph de Lorm, durante una conferencia de prensa.

A polícia afirma que os ladrões terão forçado as portas de vidro da entrada do edifício por volta das 3:15 da madrugada.

“Mas é sobretudo um duro golpe para todos, porque a arte é feita para ser vista e partilhada por todos. Para a sociedade, para deleitar e inspirar, especialmente nestes tempos difíceis”, acrescenta o diretor.